Planejamento anual de Educação Física 6ºano de acordo com a BNCC

 

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Gestão de sala de aula
A gestão de sala de aula é uma etapa fundamental e diz respeito a um conjunto de procedimentos, rotinas e medidas no sentido de organizar as atividades de ensino e construir um ambiente com condições necessárias que favoreça o processo de aprendizagem dos alunos de forma significativa. Essa gestão envolve três componentes que se inter-relacionam, a saber: gestão do conteúdo (que pode ser flexibilizado e adaptado no planejamento); gestão de condutas (ser e conviver) e gestão de relações interpessoais (professor-aluno e comunicação em grupo).

1. Gestão do conteúdo – Este componente volta-se para as ações de mediação, ou seja, o que você precisa fazer para que os alunos aprendam os conteúdos. Nesse processo, conhecer a fundo o conteúdo e sua estrutura é fundamental para que você tenha condições de mapear o que é relevante, mediar conflitos de interesse e tecer relações de forma contínua, ou seja, voltar seus esforços para que os alunos construam sentido sobre o conteúdo para que esse sentido se converta em significado. Um dos desafios da educação formal, envolvendo o processo de ensino e aprendizagem, é a apresentação de conteúdos curriculares que os alunos reconheçam como significativos e/ou importantes. Tão importante quanto a decisão de se ensinar ou não determinado conteúdo é pensar que sentidos e significados os alunos atribuem a esses conteúdos. 

2. Gestão de condutas – Volta-se para a seleção e organização, de forma intencional e sistemática, de procedimentos e condutas para implementação de um processo educativo e participativo de tomada de consciência e de desenvolvimento da autonomia: desenvolver competências socioemocionais; elaborar um contrato didático (direitos e deveres; estabelecer regras e limites; autoadministrar estados de emoção; organizar tempos e espaços para os alunos ordenarem suas ideias ao argumentar, justificar e aprender a observar); incentivar a participação e demonstrar para os alunos qual é a parcela de responsabilidade que lhes cabe na construção do próprio conhecimento; utilizar-se de rodas de conversa, debates, assembleias de classe.

3. Gestão das relações interpessoais – Volta-se à sua capacidade e intencionalidade em estabelecer vínculos com os alunos; levantamento formal ou informal de dados gerais e pessoais dos alunos (hábitos, preferências de lazer, cultural); levantamento e respeito dos conhecimentos prévios e da cultura dos alunos; compreensão e acolhimento do indivíduo com suas diferenças e qualidades; estabelecimento de canais de comunicação com os alunos; mostrar-se acessível para perguntas, para ouvir, para dialogar.

Esse desafio reflete diretamente nas possibilidades de formação e transformação dos alunos e dos professores, uma vez que a multiplicidade de práticas corporais apresentadas se confronta com o cotidiano, com os interesses, com as expectativas e com os contextos culturais diferenciados por parte dos alunos e da escola.

A partir desse contexto, elencamos um conjunto de procedimentos e medidas no sentido de orientá-lo na gestão de aula:

Antes de iniciar um conteúdo sobre um assunto, se possível faça um diagnóstico no sentido de conhecer o que alunos já sabem sobre ele. Este levantamento pode contribuir na condução das atividades e tende a despertar o interesse dos alunos de maneira mais eficiente. Para abordar estes conteúdos, deve-se relacionar a eles assuntos ou temas de interesse, tanto por parte da comunidade escolar quanto por parte dos professores. Esses temas devem partir de uma reflexão coletiva sobre suas contribuições para a formação das pessoas. Para essa reflexão coletiva, é importante que você proporcione aos alunos um ambiente de diálogo, por meio de rodas de conversa, de aulas expositivas e dialogadas em que possa ser estabelecida a troca de argumentos e ideias entre os alunos e você.  

Faça a mediação de conceitos e valores relativos aos conteúdos e aos temas do bimestre e introduza temas ou assuntos que ainda são conhecidos pelos alunos. Você deve assumir o papel de interlocutor ativo, instigando os alunos com perguntas capazes de levá-los a aprofundar seu entendimento sobre o assunto tratado ou a ser desenvolvido. Esse tipo de estratégia metodológica contribui para o desenvolvimento do pensamento crítico por parte dos alunos no sentido de compreenderem a realidade em que vivem e buscarem alternativas para transformá-la. Dar exemplos do cotidiano e discuti-los é fundamental e também é uma abordagem que contribui para a formação do senso crítico dos alunos. 

Organize as unidades didáticas de acordo com os objetivos pretendidos, planejando e distribuindo o número de aulas de acordo com o tempo que você entende como necessário para realizar as atividades propostas a cada encontro.  

Procure respeitar os tempos de diálogos, de discussão e de criação dos alunos; não apresse ou antecipe respostas; coordene o tempo da aula de forma a flexibilizar e adaptar as ações e os procedimentos no que se referem às dimensões do conhecimento.  

Nas atividades envolvendo pesquisas, oriente os alunos a utilizar materiais diversificados como livros e revistas, acessando a biblioteca da escola, se for o caso. Quando da utilização da sala de informática, ou pesquisa em dispositivos pessoais, oriente-os a procurar em sites confiáveis. No caso de a pesquisa ser feita em casa, sugira que solicitem sempre o auxílio dos pais ou responsáveis. Ao fazerem suas pesquisas, eles devem sempre anotar as fontes pesquisadas. 

Antes de iniciar as atividades na dimensão da “experimentação”, é interessante elaborar algumas práticas corporais de caráter individual ou em pequenos grupos no sentido de observar e identificar o ritmo de cada aluno, suas habilidades e necessidades, bem como ter um mapa geral da sala. 

Nas atividades em grupos, procure variar a estratégia de formação deles, permitindo em um primeiro momento que os próprios alunos escolham seus pares, e oriente a troca dos participantes. Essa estratégia valoriza a formação de grupos heterogêneos que possibilitam a interação e a inclusão entre a turma e a troca de experiências, assim como favorece o planejamento das próximas ações em grupo.  

Quanto à organização do ambiente e dos materiais, procure, sempre que possível, preparar o espaço de aula de modo que seja estimulante. Procure reduzir ao máximo situações que possam dispersar a atenção dos alunos. Certifique-se de que os materiais a serem utilizados nas atividades sejam adequados e estejam de acordo com o número de alunos da sala e com sua estratégia de ensino.  

Procure incluir em suas aulas a utilização de materiais didáticos complementares (livros, jornais, revistas, reportagens, notícias, alguns materiais manipuláveis como garrafas PET, entre outros) como estratégia para as práticas pedagógicas ou como apoio para a aprendizagem. Esses materiais podem ser providenciados por você ou solicitados aos alunos como tarefa. 

Elabore atividades que envolvam a resolução de problemas, que estabeleçam metas a serem atingidas, sejam elas de caráter individual ou coletivo. Elabore atividades que possibilitem aos alunos observar uma determinada situação, testar, inferir informações, tirar conclusões e aprender pela vivência, descobrindo como agir em diferentes situações e contextos. 

Em uma perspectiva inclusiva, procure favorecer a participação de todos os alunos nas aulas, adaptando atividades sempre que necessário, na presença de alunos com deficiência ou não, dando oportunidade para que todos participem. 

Motive a participação dos alunos nas aulas, apresentando-se disponível e acessível para sugestões e diálogo.

Oriente os alunos antes e durante as atividades, oferecendo dicas e feedback quanto à sua participação e seu desempenho. A possibilidade de êxito nas atividades gera, nos alunos, sentimento de autoconfiança, aumentando o interesse e o engajamento nas aulas, bem como amplia as possibilidades de aprendizagem e autossuperação.

Atividades recorrentes

Entende-se por atividades recorrentes aquelas práticas pedagógicas que se repetem de forma sistemática, ao longo do processo de aprendizagem. Essas práticas, ao se repetirem de forma organizada e intencional, podem contribuir efetivamente para o desenvolvimento de habilidades e competências. Essas atividades têm como finalidade, além do trabalho na dimensão conceitual, proporcionar aos alunos momentos para o exercício do diálogo, da argumentação, da criticidade, da troca de ideias, da responsabilidade e autonomia, do respeito e da curiosidade investigativa, de querer saber mais.  

É importante destacar que essas práticas, individuais ou em grupo, devem ser interativas, permitindo aos alunos uma participação ativa que lhes possibilite observação da situação, inferência de informações, comparações, elaborar conclusões, entre outros benefícios.

A seguir, apresentamos algumas possibilidades de atividades recorrentes que podem ser desenvolvidas com os alunos.

Rodas de conversa e assembleias de classe
Essas atividades têm como finalidade estimular os alunos a refletir, explorar o diálogo, estabelecer um canal de comunicação professor-aluno, contribuir para a relação interpessoal. 

Constitui-se em uma forma de desenvolver o senso crítico dos alunos; permite a análise da realidade em que vivem; promove o debate entre os pares; contribui com o entendimento e possíveis propostas de transformação para os problemas identificados a partir do cotidiano.

Exercitadas de forma recorrente, essas atividades possibilitam o compartilhamento de ideias, as tomadas de decisão, possibilita o exercício da argumentação, o saber ouvir, respeitar as diferenças. Incentivar a participação dos alunos nas rodas de conversa e assembleias de classe é um importante meio de desenvolver a sociabilização e o respeito à diversidade.

Nessas atividades, é importante que você oriente os alunos a se expressarem e a comentarem suas opiniões. Deve, também, trazer questionamentos à turma no sentido de aprofundar o entendimento sobre o assunto estudado ou discutido. Algumas das propostas de atividades podem ser realizadas em ambientes externos, ou seja, fora da sala de aula. Usar exemplos da realidade, do cotidiano dos alunos, também é uma abordagem enriquecedora, que contribui para a formação do senso crítico. Dessa maneira, a prática pedagógica torna-se mais significativa e carregada de sentidos.

Atividades de pesquisa
As atividades de pesquisa possibilitam a ampliação do universo de conhecimento dos alunos, favorecem a curiosidade investigativa de forma fundamentada e contribui no desenvolvimento de técnicas de investigação de forma orientada.

Nas atividades de pesquisa, os alunos devem utilizar materiais e fontes diversificados. Oriente-os a utilizar a biblioteca da escola, livros, jornais e revistas disponíveis. Nas atividades realizadas nas salas de informática ou em dispositivos eletrônicos pessoais, oriente-os a pesquisar em sites confiáveis. Faça um levantamento prévio de alguns sites que você considera confiáveis e indique-os. No caso da pesquisa feita em casa, sugira aos alunos que sempre solicitem auxílio aos pais ou responsáveis. Oriente que em todas as pesquisas, eles devem sempre anotar as fontes pesquisadas.

Atividades inclusivas
É importante destacar que não é necessário um conteúdo diferente para o trabalho inclusivo nas aulas de Educação Física. Entretanto, é fundamental que essas atividades sejam adaptadas (materiais, espaço, regras) à realidade de todos os alunos, sejam eles pessoas com deficiências ou não. A participação e o engajamento efetivo dos alunos nas aulas serão facilitados quando eles sentirem que têm possibilidades de sucesso e que vão corresponder às expectativas do professor nas atividades propostas. Isso implica o sentimento de pertencer àquele grupo (sentimento de pertença), autoconceito e autoestima. Vale destacar que cada aluno reage, emocionalmente, de maneira diferente às tarefas solicitadas. 

Assim, as atividades inclusivas devem ser diversificadas a ponto de gerar diferentes situações em que todos os alunos, independentemente do nível de suas experiências motoras, possam sentir-se pertencentes ao grupo, não apenas fazendo parte dele. Eles devem vivenciar situações em que possam sentir-se valorizados e reconhecidos pelos pares, pelo professor e por si próprio como sujeito integrante do grupo, aceitando as regras, assim como o grupo deve aceitar as limitações de cada um. 

Procure flexibilizar e adaptar os conteúdos, as regras e o uso dos materiais. As regras, sempre que possível, podem ser definidas pelos próprios alunos, com a participação efetiva dos que necessitam de atenção especial. O uso dos materiais também deve se adequar às necessidades dos alunos. Procure planejar atividades que permitam adaptações a qualquer momento e que possam ser alteradas conforme a necessidade do grupo, levando sempre em consideração a criatividade, as experiências e a sociabilidade de todos.

Utilize atividades de sensibilização para toda a sala, simulando atividades para alunos com deficiência. Essas experiências permitem que eles percebam melhor as dificuldades das pessoas com deficiência e como elas podem se sentir eventualmente.

Procure sempre por atividades que se adaptem à heterogeneidade da sala, e não o contrário.

Acompanhamento das aprendizagens
Acompanhar ou avaliar o desenvolvimento das aprendizagens, considerando a heterogeneidade da sala de aula, é um grande desafio. Esse acompanhamento representa um compromisso com o desenvolvimento dos alunos no seu percurso de aprendizagem, identificando suas dificuldades e avanços, no sentido de viabilizar possíveis correções, dando a oportunidade para que todos tenham as mesmas condições de aprender. Esse procedimento pode ser rico em características e visões de mundo distintas, podendo proporcionar momentos enriquecedores para a troca de saberes e a elaboração de conhecimentos diversificados. 

Ao abordarmos o processo de acompanhamento das aprendizagens ou avaliação em Educação Física, entendemos que não há um consenso acerca desse tema; entretanto, buscamos tratar aqui de questões ligadas à intervenção pedagógica, apresentando algumas orientações que possam, de algum modo, contribuir para a melhoria da prática, bem como constituir-se em um elemento de reflexão e análise crítica.

De forma mais direta e objetiva, entendemos por avaliar o processo que nos permite coletar e interpretar informações para tomar decisões. Nessa perspectiva, a avaliação pressupõe a coleta e a interpretação de dados para que professores e alunos possam identificar progressos e/ou problemas de aprendizagem, decidindo ou adaptando novos caminhos, novos desafios e outras possibilidades.

Um processo de ensino-aprendizagem, em que o foco esteja no aluno, deve preocupar-se em como suprir o que falta aprender, ou seja, como instituir um processo efetivo de ensino pautado nas necessidades de aprendizagem (individuais ou da sala de forma geral). A identificação do que se sabe e do que não se sabe pode ser obtida por meio de avaliações contínuas ou processuais, integradas ao processo de aprendizagem. Nesse tipo de abordagem, realizada ao longo do processo, além de identificar as dificuldades individuais e coletivas dos alunos, você pode organizar ou reorganizar ações em que as individualidades sejam consideradas e instituir uma proposta de avaliação formativa, que consiste em práticas de avaliação contínua com o objetivo de melhorar as aprendizagens em curso. Essa ação contribui para o acompanhamento e a orientação dos alunos durante todo seu processo de formação. Acompanhar e avaliar o desenvolvimento das aprendizagens, neste contexto, não se resume à mecânica do conceito formal e estatístico, mas a estar integrado ao processo como um elemento de estímulo para a aprendizagem. Esse procedimento de acompanhamento das aprendizagens baseia-se nos objetivos de ensino, partindo do pressuposto de que o que se almeja é a mudança de comportamento dos alunos. 

Considerando esse cenário, propusemos três ações práticas que podem auxiliar o acompanhamento das aprendizagens dos alunos, a necessidade de planejar ou replanejar ações didáticas e de orientar as intervenções pedagógicas. 

A seguir apresentamos uma breve explicação dessas ações e a sequência em que devem ocorrer.

1. Avaliação inicial diagnóstica – É o momento de verificar o conhecimento prévio dos alunos, investigando o que trazem de conhecimento a respeito dos conteúdos ou assuntos que serão desenvolvidos. Essa verificação não serve apenas para um diagnóstico do nível inicial dos alunos em determinando conteúdo para, no final de um período de aulas, confrontar esses dados com os resultados alcançados e avaliar sua progressão, mas também para coletar informações no sentido de auxiliar nas escolhas das estratégias de ensino, na determinação do número de aulas destinado a cada conteúdo e para identificar temas de interesse da sala, entre outros fatores.

Inicialmente você pode criar atividades, como jogos, brincadeiras (individuais e em pequenos grupos), que permitam a observação dos alunos em diferentes dimensões (conceitos, atitudes e procedimentos). Procure fazer anotações, criar planilhas, fotografar ou gravar essas atividades, pois essas informações podem 

ajudá-lo na obtenção de um “mapa” de cada aluno ou da sala de forma geral, possibilitando a elaboração de um diagnóstico que lhe seja útil, de forma a contribuir com a elaboração e condução de seu planejamento. 

2. Observação sistemática – Procure fazer o acompanhamento das aprendizagens de forma constante. 

O acompanhamento pode ser feito, por exemplo, nas rodas de conversa realizadas no início e ao término da aula, por meio de diálogos e questionamentos relacionados às atividades desenvolvidas, à compreensão dos conceitos apresentados, às atitudes colaborativas, aos conflitos que surgiram, entre outros. Uma das possibilidades de se trabalhar essa abordagem é instigá-los a verbalizar, a declarar sua opinião, solicitar que expliquem como resolveram determinada atividade, por que agiram de determinada maneira. Esse procedimento permite compreender o modo como os alunos raciocinam e o ajuda a buscar novas estratégias, se necessário. 

Você também pode utilizar-se de filmagens em momentos distintos, pontuais, construindo atividades e situações que lhe permitam observar aspectos relacionados ao objeto de conhecimento, aos objetivos de aprendizagem, levando-se em consideração as competências e habilidades previstas para aquele objeto de conhecimento e/ou assunto. Posteriormente assista ao vídeo com a turma e discuta as questões relevantes.

3. Avaliação somativa – Pretende-se identificar, coletar informações de como os alunos responderam aos desafios colocados, aquilo que já demonstram saber, o que ainda não conseguem fazer e as principais dificuldades que se apresentaram. Busca-se conhecer o que os alunos apreenderam sobre determinados conceitos e/ou assuntos ao término das unidades didáticas, seja de forma mais tradicional, por meio de provas com questões de múltipla escolha, dissertativas ou por meio de jogos do tipo “quem sabe, sabe”. 

Na avaliação em pares, é importante solicitar aos alunos que demonstrem o que aprenderam e apreenderam. O objetivo é certificar-se de que as estratégias escolhidas e os aspectos que compõem a dimensão do conhecimento estão sendo compreendidos, ou se alguns alunos apresentam dificuldades. 

Solicite trabalhos (redação, pesquisas com textos, reportagens de revistas, jornais) sobre o objeto de conhecimento de cada unidade didática (pode ser bimestralmente, conforme a organização de seu planejamento). Programe momentos como seminários, em que os alunos possam apresentar seus trabalhos individualmente ou em duplas, elaboração de cartazes, painéis que podem ser colados na sala de aula ou no pátio da escola.

O acompanhamento da aprendizagem deve ser orientado no sentido de coletar informações e aproveitá-las ao máximo, garantindo a todos os alunos a possibilidade de ultrapassarem suas dificuldades e alcançarem as competências e habilidades essenciais definidas.

Ao observarmos o desenvolvimento de cada aluno, mesmo que ele ainda não domine todos os conteúdos, é importante considerar e analisar o processo de construção do conhecimento.

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